Ele ressaltou que, para a produção dos 5 bilhões de barris de petróleo relativos à cessão onerosa do pré-sal, devem ser investidos US$ 8 bilhões até 2014. Contudo, como a previsão é de que o início da produção do pré-sal ocorra em 2015, "mais US$ 2 bilhões poderiam ser agregados a esses investimentos, totalizando US$ 10 bilhões, o que seria factível", disse o executivo.
O diretor financeiro ainda afirmou que a estatal pode voltar ao mercado de bonds internacional neste ano. "Podemos captar em iene ou euro ou libra esterlina. Mas não há nenhuma definição de volume, data ou moeda", disse. "Mas certamente não vamos captar mais em dólares neste ano, pois obtivemos recentemente US$ 6 bilhões (em janeiro) em bonds", afirmou.
De acordo com Barbassa, a eventual decisão de fazer mais captações externas neste ano, que exclui obter recursos em dólares, faz parte de uma política de diversificação da empresa que não está relacionada com o enfraquecimento da moeda norte-americana em relação a divisas de países esenvolvidos.
Barbassa fez os comentários após participar do evento Bloomberg Brazil Economic Summit, em São Paulo.