Bem vindos!
No mundo atual é indispensável estarmos conectados, pois vivemos uma época em que a internet ocupa um lugar de destaque em nossas vidas. Através dela podemos interagir estando perto, longe ou muito longe, as distâncias são encurtadadas quando acessamos a rede. Que extraordinária maravilha! Ter a possibilidade de obtermos informações apenas em um um simples clique, não é?
Por esse motivo a Esplendore Comunicação não poderia deixar de estar presente nas redes de relacionamentos, interagindo com os usuários e trazendo informações sobre o nosso seguimento profissional. É um prazer poder saber que você acessou nossos canais de comunição e de repente pode tirar algum proveito das nossas páginas.
Agradecemos pelo seu tempo dedicado a leitura dos conteúdos desse blog, esperamos tê-lo sempre por aqui!
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Nestlé vai investigar se há trabalho infantil no cacau que compra
A Nestlé, o maior grupo de alimentos do mundo, anunciou que vai investigar se o cacau comprado por suas empresas utiliza trabalho infantil.
No mês passado, a BBC filmou crianças cortando cacau na Costa do Marfim. Uma das crianças disse que não vê sua família há três anos.
O vice-presidente de operações da empresa, José Lopez, diz que está claro que a forma atual da cadeia do cacau, que envolve trabalho infantil entre os intermediários, não é sustentável.
O caminho do cacau até o chocolate vendido nas lojas é complexo e cheio de intermediários. As sacas de cacau são enviadas da África para Europa e Estados Unidos sem rótulos que indiquem a origem do produto.
A Nestlé quer começar a rastrear o caminho percorrido pelo cacau desde a sua origem até as lojas. Ativistas dizem que esse tipo de promessa já foi feito antes, e cobram resultados mais concretos da investigação.
A investigação da Nestlé começará em dezembro. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Produção global de alimentos precisa crescer 70% até 2050, alerta FAO
Filipe Domingues, da Agência estado
LONDRES - A produção global de alimentos precisa crescer 70% até 2050 em relação aos níveis de 2009, pois a população deve alcançar 9 bilhões de pessoas, afirmou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no domingo, 27, em seu relatório sobre os desafios para terras e água. A FAO destacou que a distribuição atual desses recursos não favorece os países que precisam produzir mais alimentos.
"A disponibilidade média de terras cultivadas per capita em países de baixa renda é menor à metade daquela dos países de renda elevada e a adequação das terras cultivadas para a agricultura é geralmente inferior", diz o relatório. Certos países com crescente demanda por alimentos também enfrentam grande escassez de terras e água.
O relatório acrescentou que a maior contribuição para um aumento da produção agrícola está na intensificação da produção em terras já existentes. "Isso requer uma adoção generalizada de práticas sustentáveis de gerenciamento de terras e um uso mais eficiente da água na irrigação, por meio de mais flexibilidade, confiabilidade e adequação no tempo de irrigação", alertou o documento.
Os padrões atuais da produção agrícola precisam ser criticamente revisados, segundo a FAO, já que alguns sistemas de terras e águas enfrentam um risco de rompimento gradual, por causa da excessiva pressão demográfica e das práticas agrícolas insustentáveis. O documento acrescenta que as restrições podem ser agravadas por fatores externos como mudanças climáticas, competição com outros setores e mudanças socioeconômicas.
"Existe o potencial para expandir a produção eficientemente, para atender à segurança alimentar e à pobreza, mas limitando os impactos sobre outros valores do ecossistema", avalia a FAO, defendendo as práticas sustentáveis de gerenciamento de terras e águas. Tais práticas incluem a remoção de distorções nos incentivos à produção, melhorias nos sistemas de posse de terras, o fortalecimento das instituições voltadas às terras e às águas, o intercâmbio de conhecimento e um melhor acesso aos mercados. As informações são da Dow Jones.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Microsoft na disputa para comprar Yahoo
Por Agências
Segundo ‘The New York Times’, empresa assinou um contrato de confidencialidade e entrou oficialmente na briga pela compra
NOVA YORK – A Microsoft assinou um contrato de confidencialidade com o Yahoo, entrando formalmente na competição com outros potenciais compradores pela companhia de serviços na internet, informou o site do New York Times, citando uma pessoa com conhecimento do assunto.
A Microsoft se une às companhias de private equity Silver Lake Partners, TPG, entre outras, como potenciais compradores do Yahoo. Segundo o jornal, o interesse primário da Microsoft no Yahoo seria preservar a lucrativa parceria que as duas empresas mantêm. O Bing, da Microsoft, realiza as buscas feita pelos usuários enquanto o Yahoo vende os espaços publicitários baseado nos resultados.
Outra possibilidade levantada pelas fontes da publicação americana é que a Microsoft pode querer integrar sua mais nova aquisição, o Skype, ao Yahoo.
Ainda segundo o NYT, outras empresa que assinaram o acordo de confidencialidade, como a TPG, estão considerando apenas investir no Yahoo, e não entrar na disputa para comprar toda a empresa.
Representantes da Microsoft e do Yahoo não quiseram comentar ou não estavam disponíveis para tratar do caso. As informações são da Dow Jones.
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Apple se tornará a maior em PCs no mundo no 1ºsemestre de 2012
Renan Carreira, da Agência Estado
NOVA YORK -
A Apple deve se tornar a maior fabricante de computadores do mundo, por embarques, no primeiro semestre do próximo ano, ultrapassando a atual líder, a HP, disse nesta terça-feira, 22, a empresa de análise de mercado Canalys, que considera o iPad um computador. O tablet expandiu o market share da Apple no mercado de computadores de 9% para 15% no ano passado, disse a Canalys.
Os tablets, principalmente o iPad, mudaram radicalmente a dinâmica da indústria de computadores no último ano, levando a Apple ao segundo lugar no mercado mundial de PCs no terceiro trimestre de 2011. A Canalys estima que os embarques globais de PCs em todo este ano alcance 415 milhões de unidades, alta de 15%, graças predominantemente a um aumento da venda de tablets.
O número total de embarques de tablets deve chegar a 59 milhões de unidades no fim de 2011: a previsão é de que só o quatro trimestre registre o embarque de mais de 22 milhões de unidades. Embora o iPad vá dominar o quarto trimestre, o recém-anunciado Kindle Fire e o Nook Tablet também devem impactar no mercado dos Estados Unidos.
"A Apple viu seu market share no mercado de computadores expandir de 9% para 15% em apenas quatro trimestres, embora os embarques do iPad em seu mercado principal, os Estados Unidos, provavelmente vão ficar sob pressão no quatro trimestre por causa do lançamento do Fire e do Nook com preços extremamente competitivos", disse Tim Coulling, analista da Canalys. "HP e Apple vão brigar pelo topo no quatro trimestre, mas a Apple talvez tenha de contar com o lançamento do iPad 3 para passar a HP."
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Empresa aposta em entrega pela internet
CAROLINA DALLOLIO - O Estado de S.Paulo
Dono da Disk Cook, uma central telefônica que gerencia pedidos de entregas de refeições em domicílio para restaurantes de alto padrão, o empresário Patrick Sigrist percebeu que seu modelo de negócio poderia funcionar melhor caso o telefone fosse substituído pela internet. Por isso criou, em maio de 2011, o iFood: um site que nasceu com a ambição de se tornar uma grande praça de alimentação online.
Os resultados do iFood mostram que o empresário pode mesmo estar certo ao dizer que "a internet é o futuro do delivery". Com apenas seis meses de vida, o site reúne o cardápio de 650 restaurantes e já contabiliza mais de 16 mil pedidos realizados pela web - em funcionamento desde 2000, o Disk Cook atende apenas 105 estabelecimentos.
"O iFood pode atender empresas de todos os portes, até a pizzaria da esquina, porque os custos de operação são mais baixos", justifica Guilherme Bonifácio, um dos sócios de Sigrist na operação. Por isso, nos próximos cinco anos, a empresa tem como meta cadastrar em sua página aproximadamente sete mil estabelecimentos.
Tanto o Disk Cook como o iFood apenas registram os pedidos dos clientes e repassam aos restaurantes, que se responsabilizam pela entrega. Pelo serviço, as empresas pagam ao Disk Cook o equivalente a 27% do valor de cada pedido e mais uma assinatura mensal de R$ 370. Já no iFood, o valor cai para R$ 79 e a taxa fica em 10%.
Para que o delivery fosse bem sucedido na web, o iFood demandou uma inovação tecnológica. Depois que o consumidor escolhe um item do cardápio e fecha a conta pelo site, a descrição do pedido sai em um tíquete impresso no restaurante por uma máquina semelhante às usadas nas operações de cartão de crédito. "Assim não ficamos refém das conexões de internet dos restaurantes, que caem constantemente", explica Sigrist.
Concorrência. A confiabilidade do sistema ajudou a empresa a conseguir um aporte de R$ 3,1 milhões do fundo de venture capital Warehouse. Também permitiu que o iFood disputasse clientes com um concorrente de peso: o RestauranteWeb, empresa do mesmo ramo que recentemente anunciou fusão com o grupo europeu Just-Eat e receberá R$ 25 milhões em cinco anos.
"A compra de refeições pela internet é algo novo no Brasil e ainda há um mercado enorme a ser explorado", enfatiza Sigrist. Por isso, o empresário acredita que a concorrência só tende a aumentar. Mas ele aposta na experiência que tem do mercado de delivery para vencer essa disputa.
Gerenciar informações dos clientes foi um dos principais aprendizados de Sigrist na Disk Cook e que ele agora transporta para o iFood. A empresa monitora as preferências de cada consumidor - o apresentador Serginho Groisman, por exemplo, só pede guaraná sem gelo - e usa os dados para direcionar promoções, oferecer atendimento personalizado e aumentar vendas.
Mas Sigrist e seus sócios agora aprendem que vender pela internet tem algumas peculiaridades. Uma delas é a manifestação dos clientes insatisfeitos nas redes sociais. "Quando o pedido não chega na hora, eles reclamam pelo Twitter ou Facebook", conta.
"O consumidor online sempre usa a internet para fazer ecoar a sua insatisfação", observa Alexandre Marquesi, professor de marketing digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). "Por isso, é preciso preparar a empresa para receber esse tipo de manifestação, com uma equipe que conheça bem a dinâmica da internet."
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Taxa antidumping não reduz entrada de itens chineses
IURI DANTAS / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
A promessa do governo Dilma Rousseff de apertar a defesa comercial, impondo tarifas contra produtos artificialmente mais baratos da China, não tem funcionado na prática. Levantamento feito pela reportagem do 'Estado' demonstra que as chamadas tarifas antidumping impostas contra mercadorias chinesas não foram capazes de impedir o aumento das importações, que em alguns casos ultrapassa 200% apenas neste ano.
O caso dos brinquedos é emblemático. No fim do ano passado, o governo decidiu incluir os artigos em uma lista de exceção da tarifa do Mercosul, para elevar de 20% para 35% o Imposto de Importação. Como resultado, as compras brasileiras de brinquedos chineses, que em 2010 cresceram 28,9%, desaceleraram de forma insignificante e aumentaram 28,8% em 2011.
O Estado comparou as importações de todos os produtos que foram alvo de medidas de proteção comercial via tarifa antidumping, um total de 79 produtos. Em 36 deles, houve aumento de importação. Em relação especificamente à China, houve aumento das compras de 22 das 30 mercadorias sobretaxadas. As quedas se referem a materiais usados como insumo pela indústria nacional.
"Existem 'n' maneiras de os chineses burlarem o direito e continuarem trazendo os produtos: pode fazer acordo com o importador, bancar o antidumping para fazer acerto da tarifa, colocar mais mercadoria no contêiner do que o declarado", enumerou a economista Josefina Guedes, diretora da consultoria internacional Guedes, Bernardo, Mamura e Associados. "Os produtos objeto de dumping deveriam ter uma aduana especial para garantir que paguem a tarifa."
Moeda. Alguns produtos chineses mais que dobraram sua entrada no mercado brasileiro neste ano, apesar das tarifas antidumping. É o caso de ventiladores de mesa (257%), pedivelas de bicicleta (153%), lápis (312%) e seringas descartáveis (200%), entre outros. Uma explicação possível seria a influência do câmbio, que barateia os importados quando o real se fortalece, na avaliação de Manolo Canosa Miguez, proprietário das Escovas Fidalga.
Em 2007, o governo aplicou de forma definitiva cobrança de US$ 15,67 por quilo de escova de cabelo chinesa. Neste ano, as compras brasileiras do produto saltaram 42% em relação a 2008, de acordo com dados oficiais.
"Qualquer setor em que o produto chinês entra tende à extinção, a única solução que existe é colocar um valor mínimo para a entrada no País", afirmou. "Quando colocaram o antidumping, o dólar custava R$ 2,10, hoje está em R$ 1,80 e, se somar a desvalorização do yuan, é um desastre para a indústria."
Fraude. A Receita Federal vistoria cerca de 20% dos contêineres que entram no Brasil, enquanto o porcentual chega a apenas 5% nos Estados Unidos, por exemplo, explicou o subsecretário de Aduana e Relações Internacionais do Fisco, Ernani Argolo Checcucci Filho. Os números frios não dizem muito, pois nos EUA a taxa de verificação é menor porque os importadores tendem a cumprir mais as regras, segundo o subsecretário.
Segundo o coordenador-geral de Administração Aduaneira, Dario da Silva Brayner Filho, todos os carregamentos-alvo de medidas antidumping passam por vistoria mais rigorosa. "O importador só escapa disso se cometer fraude." A legislação vigente permite à Receita cobrar multas até cinco anos depois do desembaraço da mercadoria na alfândega.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Construção contrata 31.536 trabalhadores em setembro
Agência Estado
SÃO PAULO - A construção civil brasileira contratou 31.536 pessoas em setembro, indicando acréscimo de 1,02% em relação a agosto, conforme pesquisa mensal do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) com a FGV. No acumulado do ano, o nível de emprego no País cresceu 10,55%, com a contratação de 298.549 novos trabalhadores.
Em nota, Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, reconhece que o ritmo de crescimento da construção é menor do que o visto no ano passado, mas permanece uma constante. "Significa que o setor está vivendo uma situação de pleno emprego e obriga-se ao aumento do seu grau de industrialização e a uma maior qualificação da mão de obra", afirma Watanabe.
Com as novas contratações, em setembro a construção brasileira empregava um total de 3.128.006 trabalhadores com carteira, dos quais 1.596.864 estavam no Sudeste.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Câmara regulamenta profissão de catador e reciclador
Agência Estado
SÃO PAULO - A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara aprovou nesta quinta-feira, 17, um projeto de lei do Senado que regulamenta a profissão de catador de materiais recicláveis e de reciclador de papel. O parecer do relator, deputado Marçal Filho (PMDB-MS), foi favorável à constitucionalidade e juridicidade do projeto. Como a proposta tramita em caráter conclusivo e já havia sido aprovada pelas demais comissões competentes, o texto segue agora para sanção presidencial.
O projeto define o catador como o profissional autônomo ou associado de cooperativa que cata, seleciona e transporta material reciclável nas vias públicas e nos estabelecimentos públicos ou privados para venda ou uso próprio. Já o reciclador é aquele que recicla papel para venda ou uso próprio. Ele pode atuar de forma autônoma ou integrar-se à cooperativa e trabalhar em casa ou em outro local adequado à atividade.
De acordo com a proposta, para atuar como catador ou reciclador, o profissional deverá registrar-se na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de sua cidade. O registro será feito por meio da apresentação do documento de identidade, do título de eleitor com os comprovantes de votação e do certificado de reservista militar.
As informações são da Agência Câmara de Notícias.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Petroleiros vão avaliar nova proposta da Petrobras
Alexandre Rodrigues, da Agência Estado
RIO - Embora assembleias de sindicatos tenham marcado uma greve dos trabalhadores da Petrobrás a partir de amanhã, conforme divulgado hoje em nota pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), o coordenador geral da entidade, João Antônio de Moraes, disse que o movimento não deve ser deflagrado nesta quarta-feira. Ele afirmou que os petroleiros farão mais uma rodada de assembleias até a semana que vem para avaliar uma nova proposta feita ontem pela estatal, o que foi confirmado pela empresa.
Segundo Moraes, na tentativa de evitar a greve, a Petrobrás elevou de 9% para 10,7% a proposta de reajuste nos salários. O sindicalista diz que a nova oferta ainda não atende a reivindicação dos petroleiros de algo em torno de 17%, já que os trabalhadores querem um ganho real de 10% sobre a reposição da inflação. Mesmo assim, a proposta será debatida nos sindicatos até segunda-feira da semana que vem, quando então deve haver uma decisão definitiva sobre a paralisação.
Moraes afirmou que até pode haver espaço para a negociação salarial, mas que o ponto mais crítico das conversas com a Petrobras é a recusa da estatal de dar, na visão dele, um "aspecto mais democrático" à política de segurança do trabalho e meio ambiente. Segundo ele, os sindicatos estão preocupados com os acidentes que já teriam provocado a morte de 16 trabalhadores este ano, 14 deles terceirizados.
"A Petrobrás não permite a participação de representantes dos trabalhadores nas comissões que apuram os acidentes, só quando há mortos. Queremos participar de todas justamente para evitar mais mortes", disse Moraes. Para Moraes, será muito difícil a estatal evitar o movimento sem aceitar reformar sua política de segurança do trabalho. "A segurança é uma questão que, para nós, está acima do econômico", frisou.
A Petrobras informou hoje que não tem ainda um novo posicionamento em relação à ameaça de greve divulgada pela FUP. Segundo sua assessoria de imprensa, a companhia aguarda uma manifestação favorável dos empregados em relação à sua última proposta para as cláusulas econômicas e sociais para o acordo coletivo de 2011. Em nota, a empresa afirma que as novas propostas contemplam "diversos avanços em SMS (políticas sociais, de meio ambiente e de segurança), no plano de saúde dos empregados, entre outras cláusulas sociais".
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Terra nova
‘Embaixador digital’ do Reino Unido quer trocar experiências e fazer negócios com empreendedores do Brasil
SÃO PAULO – Sede de conhecidas empresas de internet como Skype, Spotify e Last.fm, Londres se prepara não apenas para a próxima Olimpíada no ano que vem. A capital inglesa quer capturar toda a cultura de empreendedorismo digital da Europa e se transformar numa espécie de Vale do Silício do Velho Continente.
Para isso, o governo britânico criou um programa para atrair empresas para a região leste da cidade, perto do parque olímpico, e batizou a região de Tech City (cidade tecnológica). Em um ano, o número de empresas de tecnologia subiu de 200 para mais de 600 e companhias como Google e Facebook se comprometeram a abrir escritórios lá.
“Vai ser um centro de tecnologia construído na região do parque olímpico depois das competições”, explica Brent Hoberman (foto), investidor e empresário do comércio eletrônico do Reino Unido.
Hoberman está entre um dos responsáveis por divulgar o novo projeto. Ele é um conhecido empresário de internet no Reino Unido, cofundador do site de vendas de passagens e hotéis LastMinute.com – vendido em 2005 à norte-americana Sabre. No ano passado ele foi nomeado pelo primeiro-ministro britânico, David Cameron, como um dos embaixadores de negócios do país e desde então tem percorrido eventos internacionais para passar parte da sua experiência no meio digital.
Na semana passada o “embaixador digital” esteve em São Paulo na feira Brasil Design Week com uma delegação britânica para divulgar o mercado de comércio eletrônico do Reino Unido. Ele falou principalmente da experiência de outros dois sites que fundou mais recentemente, o MyDeco.com e o Made.com, que vendem móveis e produtos de decoração.
O Vale ficou caro. “Um dos maiores investidores de capital de risco do Vale do Silício me disse que estão incentivando muitas startups a irem ao Reino Unido porque o Vale do Silício ficou muito caro”, disse, sem citar quem é o investidor. “Todo o talento está sendo sugado pelos gigantes e há muita valorização de novas startups.”
Há também um interesse crescente das empresas do Reino Unido em procurar oportunidades de negócios na internet brasileira. Por meio da ProFounders Capital, uma empresa de investimentos da qual ele faz parte, Hoberman também tem participação em empresas de tecnologia.
No dia da entrevista ao Link ele se encontraria com empresários do comércio eletrônico brasileiro. “Todos conhecemos os números. A internet vem passando por um crescimento incrível no Brasil”, disse ele, esperando ter uma ideia melhor do mercado brasileiro depois do encontro. “Não venho ao Brasil faz dez anos. Claro, o mundo mudou. Mudou e muito. O que está claro é que o Brasil vai começar a criar empresas de internet muito mais valiosas”, afirma.
Em março o empresário quer fazer uma edição brasileira do evento Founders Forum – que ocorre uma vez por ano no Reino Unido – para reunir fundadores de empresas da área digital do seu país e do Brasil. Assim ele espera incentivar os negócios digitais entre os dois países.
“Ainda é cedo para abrir negócios no Brasil. Mas é bom começar cedo. Acho que nos próximos cinco anos estes caras vão ter empresas que podem ser vendidas por centenas de milhões de dólares”, diz.
Ele crê que a experiência das empresas britânicas e o incentivo do governo podem abrir espaço para empreendedores do País expandirem seus negócios globalmente. “O Reino Unido é um dos mercados de e-commerce mais avançados no mundo. Há novos conceitos de negócios que estão surgindo no Reino Unido e podem ser adotados aqui.”
+ Veja também a entrevista com o gerente do Evernote, que anuncia chegada ao Brasil
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Starbucks compra Evolution Fresh e entra no setor de sucos
Dow Jones e Agência Estado
SEATTLE - A rede de cafeterias norte-americana Starbucks anunciou nesta quinta-feira a aquisição da companhia de sucos naturais Evolution Fresh por US$ 30 milhões em dinheiro. Com a compra, a Starbucks caminha em uma nova direção. Segundo reportagem do Wall Street Journal, o objetivo da companhia é fazer com os sucos um movimento semelhante ao realizado com o café, transformando a commodity numa experiência pessoal para os consumidores. Para isso, a Starbucks planeja abrir no ano que vem um segmento de varejo separado para o suco, assim como para alimentos saudáveis, de acordo com um porta-voz.
"A aquisição da Evolution Fresh apoia nossa estratégia de crescimento para inovar com novos produtos, entrar em novas categorias e se expandir em novos canais de distribuição", declarou o presidente do canal de desenvolvimento da Starbucks, Jeff Hansberry. "Não seremos apenas capazes de entrar no mercado de sucos superpremium de US$ 1,6 bilhão, mas a aquisição também é um importante marco para nós dentro do setor de saúde e bem-estar, de US$ 50 bilhões."
A companhia ainda não decidiu quantas casas de suco terá, onde as primeiras serão abertas ou se os produtos vão apresentar o logotipo Starbucks. No início do ano, a companhia divulgou um novo logotipo que sinaliza os objetivos da companhia de ir além das cafeterias.
A Starbucks também está buscando se tornar uma companhia de produtos variados para o consumidor, vendendo mais itens em mercearias, como forma de impulsionar a receita com vendas. A companhia espera que a receita de suas operações com produtos para o varejo um dia possa um dia desafiar a receita das cafeterias.
A Evolution Fresh será uma subsidiária da Starbucks e por enquanto não muda as metas financeiras da companhia para o ano. É a primeira empresa de produtos embalados que a Starbucks adquire desde 2005, quando comprou a Ethos Water, companhia de água engarrafada vendida apenas nas lojas Starbucks. Em 1999, comprou a Tazo Tea Company, empresa de chás que são vendidos tanto nas lojas próprias quanto em supermercados comum.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Estamos no Google+
Além de Twitter e Facebook, agora também é possível acompanhar o ‘Link’ pela rede social do Google
SÃO PAULO – O Google+ começou a aceitar empresas. E nós já fomos para lá. Será mais um canal para receber as principais notícias publicadas pelo Link, comentar os assuntos do dia, compartilhar conteúdos e enviar sugestões e críticas para o caderno.
Para começar, listamos todos os posts que já fizemos sobre o Google+ (afinal, uma das características da rede é justamente o fato dela ser autorreferente). Dá para ter uma ideia do que já aconteceu e do que pode vir pela frente.
O Google+ ainda é recente. Foi uma febre no primeiro mês de lançamento, mas depois esfriou. A chegada de empresas ali pode povoar a rede e eliminar o problema do stream (área em que as atualizações dos contatos são recebidas) sem atividade, um dos problemas apontados pelo gerente de produto, Brad Horowitz.
Diferenças. A funcionalidade de criação de páginas já está disponível para todos. A partir de agora, é possível seguir as postagens de marcas, promover discussões e até fazer um hangout (o chat em vídeo) com determinada empresa.
O relacionamento pode ser um simples clique no botão +1 na página da marca, o que, segundo o Google, é uma maneira de mostrar ‘apoio’ a uma empresa (assim como o curtir do Facebook). Mas para receber as atualizações enviadas pela companhia, o usuário precisa adicionar a página a seus círculos.
Uma diferença importante é que uma página não pode adicionar usuários aleatoriamente. O relacionamento com a marca, diz o Google, deve partir primeiro do usuário. Além disso, se você eliminar a marca de seus círculos, você é automaticamente eliminado dos círculos dela.
Uma marca também não pode mencionar ninguém que não esteja em seus círculos. Com isso, Google quer evitar o envio de spams.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Semana global do empreendedorismo
Dos dias 14 a 20 de novembro ocorre a Semana Global do Empreendedorismo, um evento internacional que organiza feiras, palestras, workshops, entre outros encontros, sempre relacionados ao tema.
São tantos eventos que a programação extrapola as datas definidas. Alguns deles já estão ocorrendo desde o início de novembro e ainda há muitos outros marcados para o fim do mês.
Abaixo, separei alguns dos eventos em São Paulo que acredito terem mais relação com economia digital.
A programação completa está no site oficial.
▪ Quarta-feira (16)
Palestra com André Street (11h50-12h20) – São Paulo
Filme: A Rede Social (13h-17h) – São Paulo
Palestra Gustavo Mota – Criador do We Do Logos (18h-19h30) – São Paulo
Empreenday 2011: Startup Saúde Brasil (19h-22h) – São Paulo
Seja um Empreendedor na Área de Tecnologia da Informação (19h30-21h) – São Paulo
Palestra Julio Vasconcellos, do Peixe Urbano (20h-21h30) – São José dos Campos
▪ Quinta-feira (17)
Palestra Empreendedorismo e Internet (19h-22h) – Mogi Guaçu
A importância da Gestão de TI nos negócios, reflexões e tendências para 2012 (19h-22h15) – São Paulo
Mega Start-up Lab (19h30-22h) – São Paulo
Negócios na web (19h30-21h) – Campinas
Inovação em Tecnologia da Informação (19h30-21h) – São Paulo
Palestra Atendimento e Serviços de Beleza na Internet (20h30-21h30) – São Paulo
▪ Sexta-feira
Café Tecnológico (9h-12h) - Ribeirão Preto
1º Prêmio RBS de Empreendedorismo e Inovação – Fase 2 (10h-22h) - São Paulo
Palestra Windows Phone 7 – Uma oportunidade de negócios (13h30-17h30) – Ribeirão Preto
Negócios em blogs (14h-17h) – São Paulo
Startup Weekend (17h30-23h) – São Paulo
Palestra Marketing Virtual (19h30-21h) – São Paulo
▪ Sábado
Startup Weekend – 2º dia (8h-23h) – São Paulo
InovadoresESPM @ Semana Global – Workshop Economia Criativa e Startups (9h30-17h30) – São Paulo
▪ Domingo
Startup Weekend – 3º dia (8h-20h) – São Paulo
▪ Outros eventos relacionados
VII Congresso Paulista de Jovens Empreendedores - 28/11 (seg.) – 8h30-18h30
Rede Innova Startup Competition – 29-30/11 (seg. e ter.) – 9h-19h
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Inflação medida pelo IPC-S acelera no começo do mêsInflação medida pelo IPC-S acelera no começo do mês
RIO - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) foi mais intensa no início deste mês. O indicador subiu 0,34% até a quadrissemana finalizada em 7 de novembro, após avançar 0,26% no resultado anterior, de até 31 de outubro, segundo informou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV). Nesta apuração, quatro das sete classes de despesa pesquisadas para cálculo do índice apresentaram acréscimos em suas taxas de variação de preços, entre a quarta quadrissemana de outubro e a primeira quadrissemana de novembro.
O retorno da inflação aos alimentos levou à aceleração do IPC-S. Segundo a FGV, os preços desta classe de despesa saíram de uma estabilidade (0,00%) para avanço de 0,34% no período. Entre os produtos que mais contribuíram para este desempenho no setor de alimentação estão queda mais fraca e fim de deflação de preços, respectivamente em hortaliças e legumes (de -3,84% para -0,55%) e em frutas (de -0,68% para 0,11%).
Outras três classes de despesa apresentaram acréscimos em suas taxas de variação de preços. É o caso de Educação, Leitura e Recreação (de 0,30% para 0,42%), Vestuário (de 0,76% para 0,87%) e Transportes (de -0,10% para -0,06%). Já as classes de despesa restantes apresentaram desaceleração de preços. É o caso de Habitação (de 0,53% para 0,45%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,39% para 0,33%) e Despesas Diversas (de 0,15% para 0,11%).
Entre os produtos pesquisados, as mais expressivas altas de preço no IPC-S de até 7 de novembro foram apuradas em batata-inglesa (19,96%); condomínio residencial (1,63%); e aluguel residencial (0,56%). Já as mais significativas quedas de preço foram registradas em pimentão (-17,79%); alho (-6,66%); e açúcar refinado (-2,30%).
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Por um jeans que gaste menos água
LESLIE KAUFMAN , THE NEW YORK TIMES - O Estado de S.Paulo
Do algodoal na Índia ao cesto de roupa suja local, uma típica calça jeans consome 3.480 litros de água durante seu ciclo de vida, diz a Levi Strauss, o suficiente para encher cerca de 15 banheiras de spas. Isso inclui a água que entra na irrigação da plantação de algodão, na costura da calça e na sua lavagem inúmeras vezes em casa. A companhia quer reduzir esse número - e não só para projetar responsabilidade ambiental. Ela teme que a escassez de água causada pelas mudanças climáticas possa colocar em risco sua própria existência nas próximas décadas ao tornar o algodão demasiado caro ou escasso.
Portanto, para proteger seus lucros, a Levis ajudou a capitanear um programa sem fins lucrativos que ensina agricultores na Índia, Paquistão, Brasil e na África Ocidental e Central as mais avançadas técnicas de captação de água da chuva e irrigação. Introduziu uma marca com brim desbotado amaciado com pedras, mas não com água. E está costurando etiquetas em todos seus jeans conclamando os consumidores a lavarem menos o produto.
As preocupações com conservação não se limitam às gigantes de vestuário: conglomerados de alimentos e bebidas, empresas de tabaco e companhias de mineração e metalúrgicas estão começando a admitir sua pesada dependência de água. A Pepsico, por exemplo, adotou um método de desinfetar garrafas plásticas com ar purificado em vez de água em uma fábrica na Geórgia.
Enchentes. A ameaça de escassez de água foi trazida para a Levis em 2010, quando enchentes no Paquistão e campos esturricados na China destruíram culturas de algodão e fizeram os preços disparar. A companhia usa cerca de um quilo de algodão em cada calça fabricada.
Upmanu Lall, diretor do Columbia Water Center do Instituto da Terra da Universidade Colúmbia, disse que as implicações locais das mudanças climáticas ainda estão sendo elaboradas, mas que "a agricultura, que funciona melhor com um suprimento relativamente consistente de água, será a mais impactada". Muitos grandes produtores, como a Índia, que tem dezenas de milhares de pequenos plantadores de algodão, não têm reservatórios para armazenar água, elevando o risco de escassez.
As companhias com operações no exterior também estão às voltas com custos crescentes de água ou com água não suficientemente limpa. Também há a ameaça de má publicidade se uma corporação for pega desperdiçando a preciosa água local.
Não passa despercebido para fabricantes americanos e europeus que o algodão já compete com os grãos pelas terras aráveis, uma tensão que certamente aumentará na medida em que o mundo terá de alimentar sua população crescente nas próximas décadas.
Como o algodão é cultivado em geral por uma rede difusa de agricultores bem pequenos em mais de 70 países, estimular práticas de uso eficiente da água é um desafio e tanto. O cultivo do algodão é responsável por mais de 3% do uso de água na agricultura e 6% de todas as compras de pesticidas.
Em 2005, organizações da indústria do algodão e outras não governamentais, junto com grandes companhias de varejo, como Ikea, Gap e Adidas, fundaram a organização internacional sem fins lucrativos Better Cotton Initiative para promover a conservação da água e reduzir o uso de pesticidas e as práticas de trabalho infantil no setor. A Levis aderiu em 2009.
Um estudo independente de três anos sobre fazendas indianas revelou que as que estão adotando as técnicas reduziram o uso de água e pesticidas numa média de 32%, segundo a iniciativa. O lucro foi 20% mais alto que o de um grupo de controle que usou métodos tradicionais.
Kailash Mahalle cultiva algodão em Shelu, cerca de 150 quilômetros a leste de Mumbai, na Índia. Em um lado de sua fazenda de seis hectares, que era usado para comparar métodos, os pés de algodão são cerca de 30 centímetros mais altos e dão mais flores que os do outro lado. O campo mais vistoso tem um sistema de irrigação por gotejamento - um emaranhado de veias de plástico que direciona a água para o sistema de raízes de cada planta - que foi instalado por recomendação da Better Cotton.
Os apagões de energia, um problema comum na Índia, são menos preocupantes agora porque a irrigação por gotejamento não requer, como os métodos tradicionais, eletricidade por um extenso período. "O primeiro leva três horas; o outro, três dias", disse Mahalle. Seu uso da água caiu cerca de 70%.
Meta. A safra resultante dos novos métodos de cultivo é chamada agora de "algodão melhor". Os dirigentes da Levis dizem que cerca de 5% do algodão usado nos dois milhões de calças jeans que a companhia enviou para lojas neste outono americano foram cultivados pelo método sustentável. A companhia quer elevar essa porcentagem para 20% até 2015. A Ikea, cadeia fabricante de móveis, espera usar exclusivamente "algodão melhor" em 2015. A fabricante de calçados Adidas disse que fará o mesmo até 2018.
Para alcançar a meta de 20%, a Levis diz que precisa mudar radicalmente a maneira como faz negócios, envolvendo-se mais diretamente com fornecedores e fazendeiros. Houve um tempo em que as corporações americanas preferiam não saber o que se passava em suas fábricas no exterior. Assim, elas poderiam alegar com convicção desconhecimento da situação quando más práticas de trabalho ou ambientais fossem descobertas.
Em uma manhã recente na sede da Levi Strauss em San Francisco, executivos estavam tentando imaginar como capitalizar melhor seus esforços pela conservação de água. Após ser informada sobre a iniciativa do algodão pela equipe de sustentabilidade, a nova diretora de marketing, Rebecca Van Dyck, aprovou com um gesto de cabeça, depois perguntou: "Mas nossos consumidores sabem?"
A companhia não revela números de vendas para produtos individuais, mas diz que os jeans que foram comercializados neste ano como "menos gastadores de água" venderam mais depressa que os normais da mesma faixa de preço. A Levis começará a divulgar seu comprometimento com o algodão melhor em vídeos em seu site e em conferências sobre sustentabilidade. / TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Plano de banda larga deve ir ao Congresso até fim do ano
icardo Leopoldo, da Agência Estado
SÃO PAULO - O ministro interino da Fazenda, Nelson Barbosa, disse que o governo deve enviar até o final do ano o Programa Nacional de Banda Larga ao Congresso. "O objetivo é estabelecer um sistema de informações mais rápido e barato, com contrapartida das empresas para abranger inclusive a população de mais baixa renda", disse. "O programa será uma espécie de PAC das telecomunicações", afirmou Barbosa, referindo-se ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Nelson Barbosa afirmou que o desenvolvimento do setor de tecnologia da informação (TI) é estratégico para o Brasil. Segundo ele, esse foi um dos principais motivos que levaram o governo a conceder isenções tributárias dentro do programa "Brasil Maior" para o segmento. O plano de desoneração contemplou ainda os segmentos de calçados, móveis e vestuário. "O setor de TI é muito importante para a geração de empregos e desenvolvimento de pesquisas", comentou.
Segundo o ministro interino, um dos principais desafios para o setor de tecnologia da informação do Brasil é se tornar um membro relevante do mercado global em 5 anos, com exportações de produtos feitos no País. "O Brasil pode suprir o mercado de TI em importantes blocos econômicos", disse, ressaltando que é preciso haver aperfeiçoamento tributário para o setor, mas também mais qualificação dos produtos de TI nacionais.
Barbosa participou nesta manhã de um fórum promovido pela The Economist Group e Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), em São Paulo. Barbosa está substituindo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que participa da reunião de cúpula do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), em Cannes, na França.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Anatel homologa Samsung Omnia W
Smartphone roda Windows Phone e deve chegar às lojas em novembro
SÃO PAULO – O smartphone Samsung Omnia W, com Windows Phone Mango, foi homologado pela Anatel no dia 31 de outubro. A descoberta foi feita pelo Windows Phone Blog no site da agência governamental.
O aparelho está registrado no site da Anatel com o nome-código de SGH-1677. Através dele, o WP blog encontrou também o manual de instruções do aparelho e disponibilizou o PDF para download aqui.
As especificações do Samsung Omnia W são as seguintes:
Tela Super AMOLED de 3,7”
8 GB de armazenamento
512 MB de RAM
Câmera Frontal VGA
Câmera Traseira de 5 MP com Flash de LED e Autofocus
Bateria de 1500 mAh
Dimensões de 115.6 x 58.8 x 10.9 mm
Peso de 115,3g
DNLA
HotSpot WiFi
De acordo com o site Gizmodo, que divulgou o vazamento de um caldenário de lançamentos da TIM no fim de agosto, o aparelho sairá pela operadora em novembro ao preço aproximado de R$ 1.300,00.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Yahoo compra Interclick por US$ 270 milhões
Empresa faz análise de público alvo para anunciantes na internet
O Yahoo comprará a companhia de anúncios na web Interclick por US$ 270 milhões em dinheiro, à medida que tenta retomar seu negócio de publicidade online, anunciaram as empresas nesta terça-feira, 1º.
A proposta de US$ 9 por ação representa um prêmio de 22% sobre o fechamento das ações da Interclick na segunda-feira na Nasdaq.
A interclick, que tem receita atual na ordem de US$ 100 milhões, ajuda anunciantes a identificar públicos-alvos através de sua plataforma de gerenciamento de análise segmentada.